Crônica Carnavalesca em Quatro Quadros, um poema de Gabriel Campos Medeiros
Um cão sem dono, sem pudor nem pedigree, invadiu o desfile na Sapucaí e, com a sanha típica dos vira-latas, deu corda ao coração, velocidade às patas
Um cão sem dono, sem pudor nem pedigree, invadiu o desfile na Sapucaí e, com a sanha típica dos vira-latas, deu corda ao coração, velocidade às patas
“Um cordão de isolamento formado por estantes que iam até a altura da cintura cercava três das paredes, com prateleiras lotadas e literalmente encurvadas com…
Quem somos, neste dia de primícias? Pobres na manjedoura, a perceber Um jeito mais feliz de sentir dor?
- por Lucas Petry Bender "Em Serotonina (Ed. Alfaguara, tradução de Ari Roitman e Paulina Wacht), o próprio título já indica que o efeito dos antidepressivos assume um tamanho protagonismo na vida hodierna, que nos resta questionar o que sobrou da luta do homem consigo mesmo e com o mundo; questionar, a partir do que a ficção de Houellebecq revela sobre a nossa condição, o que resta de humano no nó inextricável de cultura e biologia que nos define."
Para mim foi uma experiência enriquecedora ler O pavão bizarro (ed. Patuá, 2014), o livro de estreia de Emmanuel Santiago, no qual revela algo do parnasianismo que muitos não enxergam, ou fingem não perceber, que é uma vida, perdoem-me o clichê, pulsante, um verdadeiro farol para a modernidade,
Eu vos revelo um grande mistério. Vós estais entre o abismo da altura e o abismo da profundeza. Em ambos vos aguarda um Companheiro; e esse Companheiro sois vós mesmos.
"Comemoramos cem anos do poema The Waste Land e a obra continua causando a mesma reação de assombro e desconforto desde que foi publicada pela primeira vez. Trechos em 7 idiomas distintos, alusões a dezenas de obras literárias, uma impressão de falta de unidade e um tom sombrio e pessimista. Como podemos nos aproximar desta obra e ter uma experiência de leitura enriquecedora sem nos perdermos no labirinto quase infinito de referências do poema? Algumas notas de um leitor não-erudito para outro."
Era como se visse as mãos franzinas da mãe... Pensava: “Voltarei a vê-la um dia, sob a forma de uma estrela”.
Cansei de andar a dar sermões aqui os peixes vão fugindo e tem o mar as convulsões